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Precisamos falar sobre naming

Naming é o termo que usamos no marketing para falar sobre a estratégia de construção de nome de empresas. E por mais “simples” que possa parecer, esse processo é muito desafiador. A seguir explicamos o por quê.

 

#1 Você precisa ser criativo e também exclusivo

Sim. Além de criativo, o nome precisa ser exclusivo para ser registrado. Aliás, esse processo leva de 6 a 12 meses, é feito pelo INPI, e envolve o apoio jurídico. Você até consegue fazer por conta própria, mas não é tão simples quanto parece. O nome precisa estar disponível para a sua categoria e não é fácil de saber essa informação.

Temos casos de clientes que ficaram anos esperando e ainda não sabem se podem ou não usar o nome. Outros casos em que foi feito a pesquisa, mas não para a categoria, e o nome não pôde ser registrado.

O ideal é buscar um advogado ou empresa especializada em registro de marca.

 

#2 O nome precisa ser fácil de ser fixado na mente do consumidor 

Pense em celebridades. Qual a apresentadora infantil mais famosa do Brasil? Xuxa… E o apresentador? Gugu. E em uma atriz? Um jogadores de futebol? Muitos deles, a maioria, têm nomes fáceis de serem lembrados.

Quando iniciamos um trabalho de branding – seja com empresas ou mesmo com profissionais da saúde, a primeira etapa é a revisão do naming.

Muitos médicos costumam usar nomes enormes, com abreviações. Há alguns anos atrás isso poderia ser interessante. Afinal, nomes longos eram comumente atribuídos à pessoas importantes.

Mas na era digital, mais vale ter um nome curto e que ajude a fixar na mente do consumidor.

A nossa sugestão é diminuir o nome, mantendo apenas os mais importantes e estratégicos, de preferência, que sejam únicos na mente do consumidor, o que é importantíssimo para o posicionamento de marca.

 


 

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